MENSAGEM PARA REFLEXÃO - MAIS CINCO MINUTOS

22 de Outubro de 2017 | 04:56hs
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CINCO MINUTOS

No parque, uma mulher sentou-se ao lado de um homem em um banco perto do playground.
- Aquele, logo ali, é meu filho. Ela disse, apontando para um pequeno menino usando um suéter vermelho e que deslizava no escorregador.
- Um bonito garoto. O homem respondeu e completou, - aquela usando vestido branco, pedalando sua bicicleta, é minha filha.

Então, olhando o relógio, o homem chamou a sua filha.
- Melissa, o que você acha de irmos?

E Melissa suplicou
- Mais cinco minutos, pai. Por favor. Só mais cinco minutos.

O homem concordou e Melissa continuou pedalando sua bicicleta, para alegria de seu coração.

Os minutos se passaram e o pai levantou-se e novamente chamou sua filha.
- Hora de ir agora?

Outra vez Melissa pediu,
- Mais cinco minutos, pai. Só mais cinco minutos.

O homem sorriu e disse,
- Está certo!

- O senhor é certamente um pai muito paciente, - a mulher comentou.

O homem sorriu e disse,
- O irmão mais velho de Melissa, Tommy, foi morto por um motorista bêbado no ano passado quando montava sua bicicleta perto daqui. Eu nunca passei muito tempo com Tommy e agora eu daria qualquer coisa por apenas mais cinco minutos com ele. Eu me prometi não cometer o mesmo erro com Melissa. Ela acha que tem mais cinco minutos para andar de bicicleta. Na verdade, eu é que tenho mais cinco minutos para vê-la brincar.

Em tudo na vida estabelecemos prioridades; que são as suas prioridades?
Dê a alguém que você ama mais cinco minutos de seu tempo hoje!

MENSAGEM PARA REFLEXÃO -LIÇÃO DA NATUREZA

22 de Outubro de 2017 | 04:54hs
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LIÇÃO DA NATUREZA

Em um dia de outono, sentei-me diante de meu jardim e fiquei a observar as folhas mortas que caem com o balançar do vento. Até na natureza Deus dá chegadas e partidas, oportunidades de idas e vindas.

Folhas mortas...

Enquanto foram vidas em folhas, quanto se enroscaram umas nas outras no balançar do vento.

Quantas derrubadas antes do tempo da mão que poda, que as retira de seu habitat natural, ou quanto enfrentaram sol, tempestade, vento agarradas em seus galhos.

Apenas folhas...

Folhas com destino, afinal tudo é vida. Verdes a principio, amareladas, e com o tempo caídas... Adubo de novas e outras verdes vidas. E sentado diante do jardim continuo a observar, deparando com uma trilha de formigas que passam diante de mim.

Uma fila destes minúsculos insetos vem colaborando com sua comunidade, em busca de suprimentos aguardando o inverno que está a chegar.

Trabalham arduamente, somam para depois dividir respeitando a lei da sobrevivência.

Todas as formigas carregam pequenas folhas seguindo para o mesmo endereço.

Noto que uma delas tem um enorme fardo, maior do que pode carregar, um pouco anda e um pouco para, tentando conseguir forças para prosseguir.

Porém uma de suas companheiras sem carga nas costas nota o imenso esforço, e vindo do final da fila coloca-se a andar rapidamente, e vem socorrer sua exausta semelhante.

Seria intuição? Inteligência, para tão pequenino inseto? Onde teria aprendido a solidariedade?

Esta coloca-se ao lado da companheira e juntas dividem o peso caminhando no mesmo compasso lado a lado, e eu ali diante de meus olhos vendo esta cena acontecer, logo penso o quanto tenho que crescer.

Sou menor que estes pequenos insetos sem cérebro sem coração sem emoção.

Seguem as duas até o local do deposito e entram no ninho e somem diante de meus olhos.

Acompanho o restante da longa fila que vem atrás, e me levanto.

Olho para o céu e me pergunto:
- Quem somos nós?

Tantos mestres, tantos gurus, e ainda nem sabemos repartir, nem dividir o peso da vida com um desconhecido. Muitas vezes nem ao menos com aqueles que nos dão "Bom Dia" todos os dias, que dormem no mesmo teto e temos como companhia.

Encontrei sabedoria, solidariedade, harmonia, lição de vida em um pequeno jardim. Olho para o radiante sol e reflito: Folhas mortas...formigueiro... Nunca ouvi o gemido das folhas caindo quando chegam ao seu fim. Nunca ouvi o lamento das formigas trabalhando horas a fio, caminhando longos trechos, desviando de vários obstáculos.

Abaixo de nossas pés se esconde uma enorme e grande sabedoria. Aprendi que de vez em quando devo me abaixar e observar, antes de olhar para o alto e clamar.

Eu, um ser pensante, dotado de coração, voz, sentimento, razão. Pequeno diante da sábia natureza.

TIÃO COUTO RECEBE HOMENAGEM EM AREIA BRANCA E ALERTA PARA A GRAVE CRISE DA ÁGUA

21 de Outubro de 2017 | 19:44hs
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O empresário Tião Couto recebeu nesta manhã de sábado o título de cidadão areia branquense. A honraria foi entregue por ocasião da sessão solene da Câmara Municipal em comemoração aos 90 anos de emancipação política do município. A proposição foi de autoria do vereador Aldo de Oliveira Dantas (PSDB).

Discursando em nome dos homenageados do dia, Tião abordou um dos mais sérios problemas que aflige a população da região salineira e de todo o interior do Estado. “Muitos pensam que nossa principal dificuldade é a crise no sal ou mesmo a queda dos investimentos da Petrobras na região ou retração na Fruticultura, eu digo que nossa principal crise é a água. Nossos mananciais de superfície estão todos secando e ninguém está se preocupando com isso”, disse Tião.

Tião disse se preocupar com a forma errada de gastar o dinheiro público: “Eu vejo que o Governo gastou mais de R$ 100 milhões com a adutora de Apodi a Mossoró e esta obra está parada há anos, o dinheiro foi desperdiçado. Com este dinheiro dava para perfurar 30 poços profundos em toda essa região e garantiria abastecimento sem problema pelos próximos 60 anos”

Ele também adverte para a necessidade de fazer o dever de casa na questão da transposição do Rio São Francisco: “Vejo muitos políticos correndo atrás dos canais trazendo água do São Francisco para o Rio Grande do Norte, mas esquecem de fazer o dever de casa que é preparar os reservatórios para armazenar essa água quando ela vier, do jeito que está aí, a água vai passar e vai se perder no mar”.

BOMBOU ENTREVISTA DE CIRO GOMES À FOLHA DE SÃO PAULO

21 de Outubro de 2017 | 15:03hs
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ENTREVISTADO:

Ex-governador do Ceará e ex-ministro da Fazenda de Itamar Franco, Ciro Gomes.

Em que pé está a candidatura do sr.? O sr. disse no início do ano que não tinha vontade de ser candidato concorrendo com Lula.

A Folha deformou minha declaração, nunca deixei de dizer isso: eu não gostaria de ser candidato com ele sendo, o que não quer dizer que eu não serei. Se o Lula for candidato, imediatamente se passionaliza o ambiente. Ódios, rancores, violência — e o país não vai ter um minuto para discutir o seu futuro. Minha candidatura só depende do PDT. Mas haverá sempre o direito do PDT não querendo, eu enfim.

Logo após a publicação da última pesquisa Datafolha, Carlos Lupi, presidente do partido, disse que sua candidatura é ‘imexível’.
Pois é, você veja. Forte isso [risos]. Eu não estou com tensão eleitoral nenhuma. Quero explicitamente criar uma corrente de opinião. Tenho dito claramente: não estou aqui para buscar simpatias, a divisão do Brasil entre coxinhas e mortadelas não cabe. Quero discutir enquanto é tempo ideias, pensares diferentes, exames. Portanto, não é a hora da simpatia. É a hora de pensar.

Lupi tem construído candidaturas estaduais, com palanques avançados para o sr.
A outra agenda é essa: estamos organizando nos Estados. E vai surpreender. A opinião publicada vai se surpreender. Do jeito em que as coisas estão, vou sair com a melhor estrutura de todos.

Que estrutura é essa?
É cedo. Temos já candidato pré-lançado no Rio Grande do Sul, é um quadro que saiu do PT e entra chapa pronta lá com dois senadores e tal. Estamos filiando o Odilon, juiz federal do Mato Grosso do Sul que prendeu os bandidos. Temos o candidato Osmar Dias está na frente das pesquisas do Paraná. E no Rio Grande do Norte, Distrito Federal, Espírito Santo com o PSB.

Seria um apoio nacional ao senhor, o do PSB?
Não sei, vamos ver. Eles têm o tempo deles. Eu quero muito.

Há um comprometimento da ala paulista do PSB com Alckmin.
Não, eles estão conversando. É natural desta fase, todos estão conversando com todos. Salvo alguns que têm algumas interdições, como eu, que não converso com o PMDB.

Fala-se em um vice para o senhor?
Não, não. Muito cedo, vou deixar para a última hora.

Como o sr. recebeu o resultado da pesquisa Datafolha? O sr. aparece em patamar semelhante ao de Doria e Alckmin.
Com uma diferença: ambos estão sediados em São Paulo, que é 28% do eleitorado. Ambos estão centralmente postos na mídia e eu sou absolutamente marginalizado. A ombudsman da Folha escreveu sobre isso — o que não me desagrada em nada. É normal, tá tudo certo. Porque pesquisa, para um homem vivido como eu, é um retrato de um momento. E a vida não é um retrato, é um filme. E, nesse momento, a pesquisa tem que ser lida com nível de conhecimento, nível de preferência espontânea, nível de preferência induzida, nível de rejeição específica. A dinâmica disso é que dá o potencial. E, mais do que tudo, eleição majoritária tende a ser resolvida de véspera. Ou seja: a tendência, mais ou menos, está definida de véspera e a campanha tenta identificar quem é o intérprete mais fiel identificado com aquela tendência que está posta de véspera. Se você ler a pesquisa, estão querendo um cara experiente, um cara que tenha ficha limpa. Aí eu estou brincando: esse cara sou eu [risos], frase que é do poeta, do Rei [Roberto Carlos].

Ao falar sobre economia aos estudantes, o sr. citou “meu governo” em alguns momentos. O que o sr. disse na palestra integrará sua plataforma de governo?
Não ainda. Porque o candidato interpreta médias. O que vou fazer: estressar essas médias em direção às minhas ideias. Que nesse momento, o combinado com o Lupi, estou propondo a minha contribuição ao debate. E tem coisas polêmicas.

Por exemplo a discussão sobre tributação de heranças, que o sr. colocou?
Por exemplo. Eu estou dizendo que no Ceará cobramos 8%, e não há razão para não se cobrar. Nos Estados Unidos é 40%. Na Europa, entre 32% e 47%. Evidentemente, quando eu for entrar numa aliança, os partidos consultados vão dizer: isso não é oportuno, isso não convém.

A proposta contrariaria interesses.
Contraria o interesse de 0,03% das pessoas. A questão básica é: a que senhor você quer servir? E eu quero servir às maiorias. Sem discriminar ninguém, mas eu quero governar para os pobres.

O sr. coloca a sua candidatura no campo da esquerda?
Acho que não cabe. A proposta minha é no campo da centro-esquerda. Acho que temos que montar uma concretude explícita que reúna os interesses práticos e futuros de quem produz com quem trabalha. Por exemplo, a esquerda tem uma crítica azeda ao agronegócio. Eu respeito profundamente o agronegócio. Evidentemente que não aceito as distorções que um ou outro produzem e que, muitas vezes, se generaliza por conjunto. Não é justa essa generalização. Mas eles, sob o ponto de vista de contas, estão pagando a conta do Brasil, há anos.

Em sua palestra, o sr. falou em sentimentos da população: a felicidade com a redução da inflação e com a melhoria econômica e, depois, o ódio quando o brasileiro perdeu poder aquisitivo.
Ele se sente enganado e fica com raiva mesmo, e com razão.

A campanha de 2018 será trabalhada, sobretudo, sobre o ódio?
Acho, sim. Mas pior do que isso, acho que essa direita que está orientada tecnicamente por interesses estrangeiros vai tentar substituir o temário de empregos, salários, saúde e educação por temários morais, temas de família, religiosos. Porque nesse temário que importa eles perdem o debate. E, nesse outro, eles alcançam alguma afinidade popular, porque nosso povo é cristão, é católico, é neopentecostal. E nessa armadilha eles não me levam.

Como vê o financiamento eleitoral para o ano que vem, com a proibição de doações empresarias? É um problema do Brasil. Você tem a ideia, da nossa moral dominante, de que o poder econômico não se relacionam com o poder político porque o tribunal [Supremo Tribunal Federal, em 2015] disse que não vai acontecer. É uma vã ideia que só prejudicará os homens de bem e as mulheres decentes que fazem política. Porque o poder econômico é um dado irremovível da realidade. E o poder político é um dado irremovível da realidade e onde se privilegiam interesses concretos. Esse poder econômico vai sempre se relacionar —a gente faz a opção de mandar isso tudo para o bastidor, para a clandestinidade. E aí é o paraíso dos picaretas. Trocam conta na Suíça por conta em Cingapura. Trocam conta nas Ilhas Caymann por mala de dinheiro em apartamento, como nós acabamos de assistir. E o presidente veta o limite à contribuição individual, de maneira que nós estamos oficializando que o poder no Brasil, hoje, quer que seja uma plutocracia no lugar da democracia.

E os efeitos da reforma política, com a aprovação da cláusula de barreira para o ano que vem?
Vai continuar tudo como está. A cláusula de barreira é mínima — ela vai deixar sem representação de sete a dez partidos e olhe lá. Não farão falta nenhuma ao país. E a grande mudança que poderia ter acontecido eles adiaram, que é a proibição de coligação proporcional. Eu ainda até imagino que o tribunal pode determinar ainda para esta eleição, porque este é o grande problema: você fazer um mercado de traficância de tempo de TV, eles estão terceirizando o fundo partidário.

Por que disse, na palestra, que Doria é “carta fora do baralho” da eleição presidencial até dezembro?
Porque ele não é do ramo. Torrou o orçamento de São Paulo, queimou as pontes todas. Perdeu o “timing” para fazer acordo por dentro e ser eventualmente candidato a governador. Colidiu com o cara que o inventou. E passou para a população a ideia de que é um carreirista, que só pensa em si, que não tem nenhum compromisso com nada e com ninguém. E saiu para fazer uma ilusão de ótica, passear por aí, receber título de cidadão não sei por onde, tudo factoide, deixando a grande e grave responsabilidade — que seria a decolagem dele— aqui, descuidada. Ele não é do ramo. Como eu sempre disse, é um farsante. Em dezembro, se o Datafolha fizer outra pesquisa, está completamente deslegitimado.

Quem serão os nomes em 2018?
Se o PSDB tivesse juízo, não cometeria esses erros que está cometendo, segurando nas alças do caixão de um governo Temer. E jamais deveria ter deixado esse desgaste em cima do Alckmin. Vai correr atrás do leite derramado, com uma ruptura lá na frente da eleição, quando parecer oportunismo. E o Alckmin terá todo esse desgaste para trás. Aécio está fora de combate, mais um defunto político insepulto dando as cartas no PSDB, que tem quatro ministros no governo. O programa [de TV] do partido faz delação premiada de presidencialismo de cooptação e quem que coopta o ministro do PSDB [Antonio Imbassahy, ministro-chefe da Secretaria de Governo]. Pelo menos funcionalmente, ele é o encarregado de fazer isso, embora quem faça mesmo é o Temer. São erros por cima de erros. Espero que Lula seja absolvido, mas entendo que a candidatura dele é um desserviço a ele e ao país. E acredito que ele é capaz de poder fazer isso. De, absolvido, liderando pesquisa, entender, sem qualquer tipo de constrangimento que ele deveria convocar um grande debate que unificasse as forças progressistas do país. E ele daria o maior exemplo de liderança, de preocupação com o país, e não com mero petismo frustrado com a onda antipetista.

Lula deveria apoiar o sr.?
Não digo necessariamente, senão perco a moral da tese. Evidentemente, não se inventarão candidatos. Mas eu me ponho como um dos possíveis. Não me ponho como “o” candidato. Digo que depende do PDT, só. Mas numa dinâmica grande dessa: imagina o Lula absolvido, pontuando 40% nas pesquisas, ou 35%, dizendo: “Olha, eu entendo que o bom para o país não é rachar. É abrir conversa para unificar o campo progressista, conversar com quem produz. Todo mundo sabe que eu fui presidente, que fiz o que pude fazer, talvez tenha sido imprudente na escolha que fiz dos aliados e tal”.

Na palestra, o sr. disse que ‘os bancos obrigaram o PT a beijar a cruz’ e que não iria beijá-la. Poderia falar sobre essa frase?
Em 2002, foi escrita a Carta ao Povo Brasileiro, por Luís Gushiken e Antonio Palocci. Depois conversei muito com o Lula sobre isso. Ali houve um beija-cruz, mesmo. E a política econômica do Lula foi criptoconservadora. Ele escapou porque pegou o elemento cambial que melhorou muito, e fez muito crédito dirigido para interesses específicos. Mas a política econômica do Lula foi rigorosamente a mesma que a do Fernando Henrique: câmbio flutuante, hostil à indústria —tanto que a desindustrialização continuou sob o Lula —, superávit primário, que foram os maiores do mundo. E a dívida só cresceu. E meta de inflação, inclusive reduzida. Estava numa política importante de melhoria do salário mínimo e, pelas tantas, parou e desregulou pro futuro. Ou seja, tudo o que é estrutural, o Lula beijou a cruz conservadora. Não adianta, se o esquerdismo é a doença infantil do comunismo. Você não é de esquerda porque fala que é. Você é de esquerda pela prática. E ele teve algumas coisas: o salário mínimo subiu de valor, até o limite em que ele congelou. O crédito subiu, mas ele não institucionalizou nada disso. E a rede de proteção social é política social compensatória. Num país de miséria de massa, de fome de verdade, isso não é trivial, é muito importante. Mas também nada disso foi institucionalizado, e nem é o futuro de uma nação como a nossa.

PARECER DA NOVA PGR ABRE BRECHA PARA IMPEDIR POSSÍVEL DELAÇÃO DE GEDDEL

20 de Outubro de 2017 | 20:51hs
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O parecer da Procuradora Geral da República, Raquel Dodge,  no pedido de habeas corpus de Geddel Viera Lima, precisa ser analisado com cuidado. 

Diz a PGR:

Mesmo em crimes de colarinho branco, são cabíveis medidas cautelares penais com a finalidade de acautelar o meio social, notadamente porque a posição assumida por Geddel parece ter sido a de líder da organização criminosa”, escreveu Dodge.

Observe-se bem que para Raquel, Geddel era o chefe da quadrilha.

Com isso, Geddel estaria impedido de fazer delação premiada, porque pela legislação os benefícios da delação não podem alcançar quem era o chefe do crime.

Sendo assim, Michel Temer não teria mais que se preocupar com uma possível delação de Geddel que contasse quem realmente mandava.

DODGE NÃO CITA MICHEL TEMER EM NENHUMA ABORDAGEM SOBRE A QUADRILHA DO PMDB

20 de Outubro de 2017 | 20:41hs
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 Os leitores já observaram que em todas as manifestações que fez nos processos da Lava-Jato,  a nova Procuradora Geral, Raquel Dodge, abordando a quadrilha que comandou a corrupção dentro do PMDB, cita Gedel como chefe, Cunha como bandido perigoso, cita Henrique, mas em nenhum momento passa nem perto do nome de Michel Temer?

Nem perto.

RESPOSTA DE HOSPITAL PODE OBRIGAR MORO A INOCENTAR LULA EM NOVO PROCESSO

20 de Outubro de 2017 | 20:32hs
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O juiz Sérgio Moro tem diante de si um dilema para julgar a denúncia contra o ex-presidente Lula, de que ele também seria proprietário de um  apartamento vizinho ao que ele mora, fruto de propina paga pela Odebrecht.

Neste caso, Lula apresentou recibos comprovando que pagava aluguel do apartamento, mostrou a declaração de imposto de renda que contém o pagamento dos aluguéis e apresentou o contrato de locação.

A tese de que Lula seria culpado, tem como principal prova o depoimento de Glaucos da Costmarques, apontado por Lula como o dono do imóvel. Diz Costamarques que´nunca recebeu um centavo de aluguel e que assinou os recibos dos aluguéis todos de uma vez, quando estava internado no Hospital Sírio Libanês, durante uma visita que recebeu do advogado de Lula, Roberto Teixeira.

O juiz Moro perguntou ao Hospital Sírio Libanês se Teixeira havia estado no hospital no dia indicado por Costamarques. O hospital respondeu que não. Moro então perguntou novamente ao hospital se em algum dia daquele mês Teixeira realizara a tal visita. Novamente a resposta foi não. Moro então perguntou se naquele semestre inteiro havia alguma visita e novamente o hospital informou que não havia nenhum registro. Por fim, Moro mandou ofício perguntando se havia a possibilidade de no período todo, Teixeira ter ido ao hospital sem ser registrado ou visitar qualquer outra pessoa e novamente o Hospital respondeu que não.

E há um motivo para justificar porque Moro foi tão insistente em fazer quatro ofícios ao Sírio Libanês perguntando a mesma coisa.

Com a negativa do Hospital, cai por terra a base da acusação que é o depoimento de Costamarques que afirmou ter recebido a visita de Teixeira no hospital para que ele assinasse todos os recibos de uma vez.

E sendo assim, os recibos se fortalecem como verdadeiros e torna-se a prova cabal de que o apartamento não era de Lula.

O complicador para o juiz Sérgio Moro, é que diante destas provas, ele será forçado a inocentar Lula nesta acusação.

E aí nasce toda a polêmica, uma vez que se Lula não recebeu este apartamento, quem assegura que o outro apartamento, no caso o Triplex, pelo qual Lula foi condenado por Moro, e cuja condenação sem provas foi tão criticada, não tenha a mesma situação, ou seja, se Lula não é dono de um, pode muito bem não ser dono do outro.

É por isso que Moro insistiu tanto com o Sírio Libanês, porque para ele inocentar Lula é plantar a dúvida sobre a outra condenação, justamente pela falta de provas.

GÁS DE BOTIJÃO LEVA PRÉVIA DA INFLAÇÃO OFICIAL A 0,34% EM OUTUBRO, DIZ IBGE

20 de Outubro de 2017 | 15:58hs
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Pressionada pela terceira alta consecutiva no preço do gás de botijão, a prévia da inflação oficial do país, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), fechou o mês de outubro com variação de preços de 0,34%. Em relação a setembro, o índice subiu 0,23 ponto percentual.

Divulgado hoje (20), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o IPCA-15 fechou o acumulado no ano (janeiro-outubro) em 2,25%, resultado que chega a ser 3,86 pontos percentuais inferior aos 6,11% do mesmo período do ano passado.

Este é o menor acumulado para um mês de outubro desde os 2,22% de 2006. Nos últimos doze meses, o índice ficou em 2,71%, resultado acima dos 2,56% registrados nos 12 meses imediatamente anteriores. Em outubro de 2016, o IPCA-15 havia sido de 0,19%.

DÓLAR SOBE DE OLHO NA CENA EXTERNA

20 de Outubro de 2017 | 15:49hs
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O dólar subia frente ao real nesta sexta-feira (20), com os investidores de olho na cena externa em meio a expectativas de que o Federal Reserve, banco central norte-americano, possa elevar a taxa de juros mais do que o esperado, segundo a Reuters.

Às 11h49, a moeda norte-americana avançava 0,37%, vendida a R$ 3,1879.

PGJ CONSTITUI COMISSÃO DO GRUCAP

20 de Outubro de 2017 | 15:48hs
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A Procuradoria-Geral de Justiça publicou nesta sexta-feira (20) portaria que constitui a Comissão do Grupo de Trabalho de Defesa do Direito Difuso à Segurança Pública e de Controle Externo da Atividade Policial e do Sistema Penitenciário (Grucap).

A comissão será composta por oito promotores de Justiça, que ficarão responsáveis por formular estratégias de atuação para garantir a defesa do direito difuso à segurança pública, o controle externo da atividade policial e a fiscalização do sistema penitenciário. Além disso, devem prestar apoio aos órgãos de execução do Ministério Público sempre que solicitado.

O Grucap tem a função de acompanhar as estatísticas oficiais e extraoficiais de crimes violentos letais e intencionais, elaborando estudos e propostas de atuação. Para isso, o grupo também deve acompanhar a atuação das Secretarias de Segurança Pública e Defesa Social (Sesed) e de Justiça e Cidadania (Sejuc) em relação ao que for proposto pelo MPRN.

Saiba mais sobre o Grucap no link: https://goo.gl/9FoVT1

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Sou jornalista há 28 anos, advogado e professor de História. Não sei se sou competente, mas sei que sou responsável com minhas tarefas.

netoqueiroz@uol.com.br