LULA LIDERA PARA 2018. SUA PRISÃO OU NÃO DECIDIRÁ O JOGO.

30 de Abril de 2017 | 14:10hs
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Segundo a pesquisa Datafolha divulgada hoje o ex-presidente Lula vence em todos os cenários do primeiro turno.

Teria entre 28% e 32% no primeiro turno nos diversos cenários com nomes variados na disputa presidencial.

Lula, caso fosse para um segundo turno, teria cenários com até 43% das intenções de votos.

Ainda segunda a pesquisa, 45% não votariam em Lula de jeito nenhum.

Vamos analisar esses números.

Num primeiro turno, Lula teria uma média de um em cada três votos. Mesmo depois da avalanche que foi a delação da Odebrecht e da OAS. É improvável que surja elementos novos nas delações que puxem Lula ainda mais para baixo.

Num segundo turno teria um teto que vai até 43%, tendo 45% dos que não votam de jeito nenhum. Sobraria   ainda 12% dos que não votam e nem rejeitam.

É inegável pelos números que Lula continua sendo o principal nome da disputa presidencial de 2018. Caso não o tirem fora do páreo pela porta da legislação eleitoral, entrará com chances grandes de um terceiro mandato.

É muito importante observarmos o que vai acontecer com Lula de agora em diante, principalmente em razão da Lava-Jato e de sua prisão.

Existem várias possibilidades. A forma e os fatos diante de uma prisão de Lula podem definir o resultado de 2018.

Uma prisão de Lula pode desencadear reações diversas. A greve geral de sexta já foi uma prova disso. E tem as reações internacionais. O risco é prendê-lo e ter que devolvê-lo a liberdade como um mártir.  

Os que querem Lula fora do páreo sabem que não podem errar na medida. Não há margem para erros. Precisam ter argumentos convincentes, provas incontestáveis sobre sua participação no esquema de corrupção investigado pela Lava-Jato.

Lula é o X da questão para 2018. Lula é o alvo.

PESQUISA MOSTRA QUE GOVERNO DE TEMER ESTÁ NO FUNDO DO POÇO

30 de Abril de 2017 | 13:49hs
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O presidente Michel Temer não poderia estar em pior situação.

Vejamos a pesquisa Datafolha publicada hoje.

Em todos os cenários sobre a disputa presidencial ele aparece com no máximo 2% das intenções de votos.

64% dos brasileiros dizem que não votam nele de jeito nenhum.

85% defendem eleições diretas.

61% acham que seu governo é ruim ou péssimo.

E para completar, Temer, numa burrice sem fim declara, ao avaliar os números, que aproveita a falta de popularidade justamente para fazer as reformas impopulares.

Pior que isso é saber que temos suportá-lo ainda por um bom tempo.

AS "GUERRAS" TRAVADAS NAS REDES SOCIAIS ATÉ NOS GRUPOS DA FAMÍLIA

30 de Abril de 2017 | 13:37hs
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 O que está acontecendo com os brasileiros?

Nem estou falando da corrupção, da crise econômica os das reformas polêmicas. Estou falando da conflagração que está existindo nas redes sociais, envolvendo os diversos grupos de amigos e dentro da própria família.

Desde a eleição presidencial de 2014, quando os ânimos se acirraram e os debates acalorados nas redes sociais levaram a rompimentos e bate-bocas infrutíferos, que temos um acirramento de posições em que ninguém escuta ninguém.

A greve geral da última sexta-feira mostrou mais uma vez o quanto estamos divididos. Iniciou-se a guerra dos surdos. Quem é contra não aceita ouvir nada de quem é a favor e vice-versa.

Em algumas famílias temas como Lava-Jatos, corrupção e política viraram temas proibidos. Participo de grupos onde é proibido falar em política sob o risco de incêndio.

Há um radicalismo nas posições em que até os mais pacíficos se inflamam ao menor confronto de ideias.

Com o terreno inflamado desse jeito, há o grupo dos espertos, dos manipuladores, dos que sabem que basta jogar uma centelha para o fogo começar.

E haja centelhas. Sabiamente espalhadas. Frases de efeito, insuflações, açulamentos, instigações, provocações, manipulados através de fatos e falas onde o que menos vale é a verdade.

No meio dessa “guerra” estão as famílias, os amigos, o pessoal do trabalho, o grupinho do futebol, a turma do final de semana, inflamados, prontos para um confronto ao menor sinal de fumaça.

A RECOMPENSA POR VIVER UMA VIDA EM RETIDÃO

30 de Abril de 2017 | 13:20hs
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Salmo, 18:20 - O Senhor me tratou conforme a minha justiça; conforme a pureza das minhas mãos recompensou-me.

Nós servimos a um Deus de Justiça e de Amor. Tudo que Deus espera de nós é que vivamos em retidão e guardemos os seus mandamentos. Nossas ações, pensamentos e palavras devem refletir no nosso dia-a-dia essa sintonia com a vontade de Deus.

O Senhor trata com Justiça aqueles que o seguem. O nosso problema é que muitas vezes buscamos entender a Justiça de Deus tendo como parâmetro a justiça humana. Nesse entendimento achamos que uma conduta ilibada deve necessariamente nos proporcionar prosperidade, sucesso profissional e bem-estar financeiro.

Aguardar a Justiça de Deus vai além disso. Porque nesse sentido humano a recompensa seria dada pelo mundo e não por Deus.

O que Deus tem para nós é bem maior e bem melhor que essa recompensa momentânea. Ora, os bens materiais e o sucesso profissional que obtivéssemos como recompensa de Deus, cessaria com nossa morte, portanto, passageira.

Deus quer nos recompensar com uma Justiça permanente que nos alcança pela eternidade.

O que devemos fazer é compreender que mesmo aqui nesse mundo, quando as coisas não acontecem como desejaríamos e quando não desfrutamos das benesses que achamos que merecemos, basta compreender que da forma que estiver Deus trabalhando, está fazendo o melhor para nós.

Então aceitamos com alegria a forma de Deus agir nas nossas vidas, encontramos motivos para louvar e agradecer, com a certeza de que Ele nos conduz em nossos passos.

Para isso basta apenas vivermos uma vida em retidão, confiantes que nossa recompensa virá, conforme a pureza das nossas mãos.

MENSAGEM PARA REFLEXÃO - NECESSIDADE DE AFIAR O MACHADO

30 de Abril de 2017 | 08:57hs
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Pedro, um lenhador, após um grande trabalho em uma área de desmatamento,
se viu desempregado. Após tanto tempo cortando árvores, entrou no corte!
A madeireira precisou reduzir custos...

Saiu, então, à procura de nova oportunidade de trabalho.
Seu tipo físico, porém, muito franzino, fugia completamente do biótipo de
um lenhador. Além disso, o machado que carregava era desproporcional ao
seu tamanho. Aqueles que conheciam Pedro, entretanto, julgavam-no um ótimo
profissional.

Em suas andanças, Pedro chegou a uma área reflorestada que estava começando
a ser desmatada. Apresentou-se ao capataz da madeireira como um lenhador
experiente. E ele o era! O capataz, após um breve olhar ao tipo miúdo do
Pedro e, com aquele semblante de selecionador implacável, foi dizendo que
precisava de pessoas capazes de derrubar grandes árvores, e não de "catadores
de gravetos". Pedro, necessitando do emprego, insistiu. Pediu que lhe fosse
dada uma oportunidade para demonstrar sua capacidade. Afinal, ele era um
profissional experiente! Com relutância, o capataz resolveu levar Pedro à
área de desmatamento. E só fez isso pensando que Pedro fosse servir de chacota
aos demais lenhadores. Afinal, ele era um fracote...

Sob os olhares dos demais lenhadores, Pedro se postou frente a uma árvore de
grande porte e, com o grito de
"madeira", deu uma machadada tão violenta que a árvore caiu logo no primeiro
golpe. Todos ficaram atônitos! Como era possível tão grande habilidade e que
força descomunal era essa, que conseguira derrubar aquela grande árvore numa
só machadada?
Logicamente, Pedro foi admitido na madeireira. Seu trabalho era elogiado por
todos, principalmente pelo patrão, que via em Pedro uma fonte adicional de
receita.

O tempo foi passando e, gradativamente, Pedro foi reduzindo a quantidade de
árvores que derrubava. O fato era incompreensível, uma vez que Pedro estava
se esforçando cada vez mais. Um dia, Pedro se nivelou aos demais. Dias depois,
encontrava-se entre os lenhadores que menos produziam...

O capataz que, apesar da sua rudeza, era um homem vivido, chamou Pedro e o
questionou sobre o que estava ocorrendo. "Não sei", respondeu Pedro, "nunca
me esforcei tanto e, apesar disso, minha produção está decaindo".

O capataz pediu, então, que Pedro lhe mostrasse o seu machado. Quando o
recebeu, notando que ele estava cheio de "dentes" e sem o "fio de corte",
perguntou ao Pedro: "Por que você não afiou o machado?". Pedro, surpreso,
respondeu que estava trabalhando muito e por isso não tinha tido tempo de
afiar a sua ferramenta de trabalho. O capataz ordenou que Pedro ficasse no
acampamento e amolasse seu machado. Só depois disso ele poderia voltar ao
trabalho. Pedro fez o que lhe foi mandado. Quando retornou à floresta,
percebeu que tinha voltado à forma antiga: conseguia derrubar as árvores
com uma só machadada.


Muitos avaliam a experiência que possuem pelos anos em que se dedicam àquilo
que fazem. Se isso fosse verdade, aquele funcionário que aprendeu, em 15
minutos, a carimbar os documentos que lhe chegam às mãos, depois de 10 anos
na mesma atividade poderia dizer que tem 10 anos de experiência. Na realidade,
tem 15 minutos de experiência repetida durante muitos anos.

A experiência não é a repetição monótona do mesmo trabalho, e sim a busca
incessante de novas soluções, tendo coragem de correr riscos que possam
surgir.
É "perder tempo" para afiar o nosso machado.

MENSAGEM PARA REFLEXÃO - O ECO E A VIDA

30 de Abril de 2017 | 08:54hs
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O ECO E A VIDA

Um filho e seu pai caminhavam pelas montanhas.
De repente seu filho cai, machuca e grita:
- Aaaii !!
Para sua surpresa escuta a voz se repetir,
em algum lugar da montanha:
- Aaaii !!
Curioso, pergunta:
- Quem é você ??
Recebe como resposta:
- Quem é você ??
Contrariado, grita:
- Seu covarde !!
Escuta como resposta:
- Seu covarde !!
Olha para o pai e pergunta aflito:
- O que é isso ?
O pai sorri e fala:
- Meu filho preste atenção.
Então o pai grita em direção a montanha:
- Eu admiro você !
A voz responde:
- Eu admiro você !
De novo o homem grita:
- Você é um campeão !
A voz responde:
- Você é um campeão !
O menino fica espantado, não entende.

Então o pai explica:
- As pessoas chamam isso de ECO, mas na verdade
isso é a vida. Ela lhe dá de volta tudo o que
você diz ou faz. Nossa vida é simplesmente o
reflexo de nossas ações.
Se você quer mais amor no mundo, crie mais amor
no seu coração. Se você quer mais competência da
sua equipe, desenvolva a sua competência.
O mundo é somente a prova da nossa capacidade.
Tanto no plano pessoal quanto no profissional,
a vida vai lhe dar de volta o que você deu a ela.

Sua vida não é uma COINCIDÊNCIA,
é CONSEQUÊNCIA de você.

AVALIAÇÃO DO GOVERNO TEMER SÓ PIORA, DIZ DATAFOLHA

30 de Abril de 2017 | 06:43hs
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A pesquisa Datafolha feita nos dias 26 e 27 de abril mostrou que a popularidade do presidente MIchel Temer chegou quase ao fundo do poço.

61% dos brasileiros acham o governo de Temer ruim ou péssimo

28% acham regular4

9% acham bom ou ótimo.

64% disseram que não votariam em Temer de jeito nenhum se ele fosse candidato novamente.

Nas pesquisas de intenções de votos para 2018, nos diversos cenários, Te,er obtém apenas um máximo de 2% de intenções de votos.

85% disseram que se Temer for cassado preferem que haja novas eleições diretas.

A pesquisa ouviu 2.781 eleitores em 172 municípios. a Margem de erro é de 2 pontos.

NOVA PESQUISA DATAFOLHA, APÓS AS DELAÇÕES DA ODEBRECHT E OAS

30 de Abril de 2017 | 06:34hs
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fonte> UOL

Lula amplia liderança para 2018, e Bolsonaro chega a 2º, diz Datafolha

IGOR GIELOW
DE SÃO PAULO

O deputado federal Jair Bolsonaro (PSC-RJ) cresceu e aparece no segundo lugar da corrida para a Presidência em 2018, empatado tecnicamente com a ex-senadora Marina Silva (Rede).

É o que aponta a primeira pesquisa Datafolha após a divulgação de detalhes da delação da Odebrecht, que atingiu em cheio presidenciáveis tucanos –que veem o prefeito paulistano, João Doria (PSDB), surgir com índices mais competitivos.

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), por sua vez, mantém-se na liderança apesar das menções no noticiário recente da Lava Jato.

O Datafolha fez 2.781 entrevistas, em 172 municípios, na quarta (26) e na quinta (27), antes da greve geral de sexta (28). A margem de erro é de dois pontos percentuais.

O deputado Bolsonaro, que tem posições conservadoras e de extrema direita, subiu de 9% para 15% e de 8% para 14% nos dois cenários em que é possível acompanhar a evolução. Nesses e em outros dois com candidatos diversos, Bolsonaro empata com Marina.

Ele é o segundo nome mais lembrado de forma espontânea, com 7%. É menos que os 16% de Lula, mas acima dos 1% dos outros.

Com uma intenção de voto concentrada em jovens instruídos e de maior renda, Bolsonaro se favorece da imagem de "outsider" com baixa rejeição (23%) e do fato de que o Datafolha já registrava em 2014 uma tendência conservadora no eleitorado.

Ele parece ocupar o vácuo deixado por lideranças tradicionais de centro-direita do PSDB, golpeadas na Lava Jato, confirmando a avaliação de que há espaço para candidaturas que se vendam como antipolíticas em 2018.

O senador Aécio Neves (MG), que terminou em segundo em 2014 e hoje é investigado sob suspeita de corrupção e caixa dois, é o exemplo mais eloquente da crise tucana. É tão rejeitado quanto Lula: não votariam nele 44%, contra 30% no levantamento de dezembro passado. Sua intenção de voto oscilou de 11% para 8%, quando era de 26% no fim de 2015.

Já o governador Geraldo Alckmin (SP) viu sua rejeição pular de 17% para 28%, e sua intenção de voto oscilou para baixo, de 8% para 6%. Até a delação da Odebrecht, em que é suspeito de receber R$ 10,7 milhões em caixa dois, ele passava relativamente ao largo da Lava Jato.

Marina, com "recall" de candidata em 2010 e 2014, registra tendência de queda nos cenários de primeiro turno. Para o segundo turno, ela segue na liderança, mas empata tecnicamente com Lula.

O ex-presidente mostra resiliência enquanto surgem relatos de sua relação com a construtora OAS e tendo a possibilidade de ficar inelegível se for condenado em duas instâncias na Lava Jato.

Nos dois cenários aferíveis, suas intenções subiram para 30%, saindo de 25% e 26%.

Lula atinge assim o terço do eleitorado que era considerado, antes da debacle do governo Dilma Rousseff, o piso de saída do PT. Parte do desempenho pode estar associado à vocalização da oposição ao governo Michel Temer (PMDB), impopular.

Já na pesquisa de segundo turno, Lula derrota todos exceto Marina e um nome que não havia sido testado até agora: o do juiz Sergio Moro, que comanda processos contra o ex-presidente na primeira instância da Lava Jato.

Sem partido, Moro supera Lula numericamente, com empate técnico: 42% a 40%. No cenário de primeiro turno em que é incluído, o juiz chega tecnicamente em segundo. Neste cenário, o apresentador Luciano Huck (sem partido, mas sondado pelo Novo), estreia com 3%.

Outro neófito na pesquisa é Doria, que tem tido o nome cada vez mais citado como pré-candidato ao Planalto. Ele ultrapassa seu padrinho Alckmin, ainda que dentro da margem de erro. E tem duas vantagens importantes: ainda não é um nome nacionalmente conhecido e tem baixa rejeição, de 16%.

Na hipótese de ser o candidato tucano com Lula, Doria pontua 9% no quarto lugar. Sem Lula, sobe para 11% mas fica na mesma posição, ultrapassado por Ciro Gomes (PDT) –que tenta se posicionar como nome da esquerda caso o petista não concorra. No segundo turno, Doria perderia para Lula, Marina e Ciro.

FALA-SE EM SEGURANÇA INTEGRADA, MAS APENAS OS BANDIDOS ESTÃO ORGANIZADOS

29 de Abril de 2017 | 09:18hs
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Embora a gente escute falar com frequência em segurança integrada, polícias integradas, ações integradas de segurança, gabinete integrado de segurança e outras coisas mais, na verdade não existe nada integrado por aqui.

As coisas estão desintegradas. Cada um por si.

Sistema integrado, significa que no momento que houver um registro de ocorrência, os sistemas da polícia militar, da polícia civil, dos bombeiros, da guarda municipal, do ITEP, do Samu, obtenham o mesmo registro.

Assim não precisa a polícia chamar o ITEP para recolher o corpo. Nem será necessário acionar o Samu para prestar o socorro. Nem acionar o delegado para vir ao local investigar o crime. Todos os sistemas integrados são acionados ao mesmo tempo.

A única coisa integrada mesmo é a bandidagem com o sistema de comunicação da polícia. A polícia recebe uma ocorrência os bandidos monitorando a frequência de rádio da PM fogem antes da segurança chegar.

PORQUE "DONOS" DA POLÍTICA RESISTEM A NOMES NOVOS EM 2018?

29 de Abril de 2017 | 09:17hs
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Não sei porque há resistências em alguns ”donos” da política potiguar quanto a possibilidade de empresários lançarem uma chapa independente para disputar o Governo do Estado em 2018.

Será apenas pelo fato da denominação de “empresário” uma vez que nos últimos tempos a menção se tornou pejorativa por conta da operação Lava-Jato.

Ora, por igual, “político” é um termo muito mais avacalhado no momento. Político não devia nem pensar em ser candidato.

Mas, independentemente de ser empresário, médico, juiz, promotor, professor, desempregado, não deveria haver censura dos “donos do poder” por medo da concorrência.

Primeiro que tudo não se trata de golpe ou eleição indireta. Será o eleitor que fará sua escolha. Muito bom que existem alternativas diversas e opções diferentes.

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Sou jornalista há 28 anos, advogado e professor de História. Não sei se sou competente, mas sei que sou responsável com minhas tarefas.

netoqueiroz@uol.com.br