AUMENTO DO DÓLAR FAZ DÍVIDAS DAS EMPRESAS IREM PARA AS ALTURAS

03 de Agosto de 2015 | 11:57hs

De 2008 pra cá, a dívida externa do Brasil cresceu 75%, e chegou a marca dos  US$ 348 bilhões, segundo dados do Banco Central (BC).  O detalhe é que a parte desta dívida que é da iniciativa privada cresceu 130% nesse período.

Com o dólar na casa de R$ 3,40, a dívida em reais aumentou significativamente. O crescimento do endividamento das empresas nos últimos anos já foi motivo de alerta do Fundo Monetário Internacional (FMI) e do Instituto Internacional de Finanças (IIF, na sigla em inglês). Em relatório recente, o IIF destaca que as dívidas das companhias brasileiras aumentaram muito rapidamente para níveis preocupantes.

Já o FMI afirma que algumas empresas nacionais estão em situação de risco já que a dívida em dólar aumentou e os lucros diminuíram, como é o caso do setor elétrico.  A Fitch Rating, por exemplo, já promoveu 16 rebaixamentos de empresas em escala internacional este ano, além de 19 notas colocadas em perspectiva negativa. A Standard & Poor’s fez cerca de 40 revisões em menos de uma semana, a maioria seguindo o movimento do rating soberano colocado em observação negativa.

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AUMENTO DO DÓLAR FAZ DÍVIDAS DAS EMPRESAS IREM PARA AS ALTURAS

03 de Agosto de 2015 | 11:57hs
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De 2008 pra cá, a dívida externa do Brasil cresceu 75%, e chegou a marca dos  US$ 348 bilhões, segundo dados do Banco Central (BC).  O detalhe é que a parte desta dívida que é da iniciativa privada cresceu 130% nesse período.

Com o dólar na casa de R$ 3,40, a dívida em reais aumentou significativamente. O crescimento do endividamento das empresas nos últimos anos já foi motivo de alerta do Fundo Monetário Internacional (FMI) e do Instituto Internacional de Finanças (IIF, na sigla em inglês). Em relatório recente, o IIF destaca que as dívidas das companhias brasileiras aumentaram muito rapidamente para níveis preocupantes.

Já o FMI afirma que algumas empresas nacionais estão em situação de risco já que a dívida em dólar aumentou e os lucros diminuíram, como é o caso do setor elétrico.  A Fitch Rating, por exemplo, já promoveu 16 rebaixamentos de empresas em escala internacional este ano, além de 19 notas colocadas em perspectiva negativa. A Standard & Poor’s fez cerca de 40 revisões em menos de uma semana, a maioria seguindo o movimento do rating soberano colocado em observação negativa.

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Sou jornalista há 28 anos, advogado e professor de História. Não sei se sou competente, mas sei que sou responsável com minhas tarefas.

netoqueiroz@uol.com.br